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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Prefeito sancionará lei instituindo o mês da Preservação do Butiazeiro

Butiá: Riqueza dourada para futuro de Giruá
Prefeito sancionará lei instituindo o mês da Preservação do Butiazeiro
Ato acontecerá amanhã, dia 17 às 09 horas no Gabinete do Prefeito.
O Município de Giruá é reconhecido histórica e culturalmente, como Município que visualiza inúmeras possibilidades com o Butiazeiro na gastronomia e artesanato. Esse reconhecimento nos orgulha e também nos responsabiliza a continuar investindo em ações que possibilitem destacar as potencialidades e a valorização do butiá.
Preservação dos butiazais em Giruá trazem benefícios econômicos
Cuidar do destino do nosso meio ambiente e mais especificamente de uma árvore que corre o risco de extinção é responsabilidade de todos. A escola é um lugar que proporciona a reflexão em torno de assuntos relevantes como este, além de disseminar idéias que podem gerar grandes transformações no meio que vivemos.
Através desta justificativa, o Prefeito Ruben Weimer sancionará na manhã desta terça, dia 17 de outubro, a Lei de número 6521/2017 instituindo o Mês de Março sendo o de preservação do Butiazeiro – Árvore símbolo de Giruá.
Rota dos Butiazais: importante enlace para promover ações de Giruá
Uma vez sancionada, esta dará garantia de preservação da espécie e virá a incentivar o cultivo e manejo do butiazeiro, incentivando também a utilização da árvore no paisagismo para embelezar ruas, parques e jardins entre outros incentivos que virão a partir da sua implantação.
Outro aspecto abrangido pela Lei será o Projeto “Preservação e valorização do butiazeiro” através do qual serão envolvidos cerca de 3.500 alunos para formar novas atitudes frente aos crescentes problemas ambientais e ecológicos. Este Projeto terá como público alvo, alunos da educação infantil, ensino fundamental dos anos iniciais e anos finais das Escolas Municipais, Estaduais e Particular, EJA e Comunidade Escolar.

Fonte: Rede Social da P.M. de Giruá

domingo, 15 de outubro de 2017

Faleceu o ambientalista e professor de História Giovani Gregol

Faleceu o ambientalista e professor de História Giovani Gregol
O ex Secretário Municipal do Meio Ambiente e, membro do Conselho Superior e diretor da AGAPAN – Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural em várias gestões na década de 1980/90, Giovani Gregol, faleceu nesta sexta-feira aos 59 anos de idade. Seu corpo foi velado hoje, sábado (14/10/2017), no Cemitério Martinho Lutero, em Porto Alegre. A cerimônia de adeus ocorreu às 16h. O corpo do Gregol será levado ao Crematório de Canela.
Gregol foi casado com Verena Daroldi Gregol.

                                    Aula/Palestra para crianças em escola fundamental realizada por Gregol 
Giovani Gregol era professor de História em escolas de 1º e 2º Graus. Foi vereador pelo PT em Porto Alegre em duas legislaturas, 1989/1992 e 1993/1996. Foi Secretário do Meio Ambiente da Capital gaúcha sucedendo Caio Lustosa, na gestão de Tarso Fernando Herz Genro. Depois, integrou o PV e, ultimamente, participava do PMDB.
Criação do Parque Estadual do Itapuã teve importante participação de Gregol
Como militante ambientalista, participou de forma atuante na efetivação  do Parque Estadual de Itapuã, na criação de diversos grupos ecológicos, como, por exemplo, o Grupo Deite na Grama, na realização do primeiro encontro estadual de entidades ecológicas realizado em Santa Maria, em 1984, dentre outras realizações.  Como vereador, teve atuação muito forte na proteção aos animais e na defesa de praças e da arborização de Porto Alegre. 
Imagem: João Batista Santafé Aguiar 
Fonte: Agir Azul

terça-feira, 25 de julho de 2017

In Rwanda, Dr. Frank Habineza campaigned with great popular support

In Rwanda, Dr. Frank Habineza campaigned with great popular support
The Green Democratic Party of Rwanda is in full campaign to elect Dr. Frank Habineza, who is fighting for the country's re-democratization and economic development based on sustainability and the defense of the interests of the population.
For many years the Rwanda Green Party has been systematically hampered by various attempts to destabilize it and prevent it from competing.
After all laws and norms have been met by party members, now the Green Party is receiving great popular support in various towns and villages located in this nation that still remembers the civil war that Killed 800,000 people in 1994.
Concerned about the future of the nation, especially the young students receiving government-funded scholarships, Dr. Frank is studying ways to increase the amount currently paid by 300%.

Health policy and not of imprisonment
Habineza also told voters at his rally that he does not agree with rehabilitation centers which he called “prisons where youth are taken to be brainwashed.”
“That kind of child rights violation should stop. Our youth should not be treated like that,” he said.
Rwanda’s main rehabilitation Centre – Iwawa was established in 2010 and receives drug addicts mostly youth. While at the centre they receive counseling and psychologists help them to recover from reasons that pushed them into drugs, and vocational training to give them foundation after recovery.
Opposition to the Green candidate
Frank Habineza's campaign was also opposed by local leaders from some cities who were on the visiting agenda but were prevented from accessing the sites and also altering the places where they were to meet with the population.
Such attitudes demonstrate that even with proposals of importance to Rwandan society, especially to those less favored by basic public policies, there is some discomfort from segments that still make the Green Party candidate's election campaign 'very dangerous'.

Sources: Kigali Today; Bwiza.com; Newtimes.co.rw; Ktpress.rw

quarta-feira, 12 de julho de 2017

La victoria de Berta Cáceres: suspenden proyecto hidroeléctrico contra el que luchó en vida
La líder ambientalista Berta Cáceres, junto al Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (Copinh), se opusieron férreamente a la implementación de éste proyecto debido a que amenazaba el patrimonio natural, cultural, económico y hábitat funcional del pueblo lenca en Honduras.

El Banco Holandés de Desarrollo (FMO) y el Fondo Finlandés para la Cooperación Industrial (FINNFUND) retiraron definitivamente su apoyo al proyecto hidroeléctrico Agua Zarca que impulsa la empresa Desarrollo Energéticos Sociedad Anónima (DESA) en Honduras. La construcción de este proyecto ha desatado persecución, amenazas y asesinatos entre los cuales figura el crimen contra la extinta ambientalista Berta Cáceres, quien a través del Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (Copinh) combatió la imposición de la hidroeléctrica.

La decisión de suspender el polémico proyecto hidroeléctrico trascendió el pasado fin de semana, pero fue hasta este lunes que entró en vigencia de manera oficial, según informa El Libertador. Esta medida pone final a una historia trágica en Honduras que ha dejado tras de sí la muerte de varios indígenas y líderes del pueblo Lenca, entre otros, la reconocida Premio Goldman, Berta Cáceres.

A través de comunicado, la corporación Desarrollo Energéticos Sociedad Anónima (DESA), notificó que la suspensión del proyecto contribuirá a la reducción de conflictos en la zona donde se ubica el río Gualcarque, occidente de Honduras, donde se había fijado la base de este proyecto hidroeléctrico que produciría 21 megavatios de energía limpia. Asimismo en el documento, DESA ha manifestado que una parte de la comunidad estaba a favor de este proyecto porque ha generado empleos directos en algunas zonas de los departamentos de Santa Bárbara e Intibucá.

La líder ambientalista Berta Cáceres, junto al Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (Copinh), se opusieron férreamente a la implementación de éste proyecto debido a que amenazaba el patrimonio natural, cultural, económico y hábitat funcional del pueblo lenca en Honduras.

Cabe recordar que la polémica entre la comunidad y las represas se agudizó luego que el 3 de marzo de 2016 individuos ingresaron en la medianoche en la casa de Cáceres para atacarla con varios disparos que le arrebataron la vida a la mundialmente reconocida ambientalista hondureña.

La comunidad nacional e internacional sigue observando al gobierno hondureño y de manera constante exigen castigo para los autores intelectuales del asesinato de Berta, de hecho, en el Congreso de Estados Unidos se impulsa la “Ley Berta Cáceres para la defensa de los derechos humanos en Honduras”.

La familia de la ambientalista se ha pronunciado con relación al cierre del proyecto hidroeléctrico y ve la decisión como un triunfo de Berta Cáceres y del pueblo Lenca, una hija de la fallecida había advertido a DESA: “Te vas porque te vas”, mientras demanda el esclarecimiento definitivo y castigo para todos los ejecutores del crimen que cegó la vida de una mujer que se distinguió como defensora del ambiente, por eso lo llaman “Guardiana de los ríos”.

Fuente: El Ciudadano

quinta-feira, 27 de abril de 2017

A criminalidade e o enfrentamento do 'problema'

A criminalidade e o enfrentamento do 'problema'
No último Natal e Final de Ano, nossa cidade viveu um momento atípico em sua história.
Um cidade pacata se vê refém de uma situação inusitada, e porque não dizer, estranha ao modo de vida local.
Foram mortes encomendadas, crimes bárbaros, assassinatos de dia e de noite, em vias públicas, em locais centrais da cidade ou na periferia que produziram um efeito de medo com um misto de apreensão e terror nunca antes visto.
Quase uma dezena de jovens, na sua maioria, até os últimos dias, foram mortos por envolvimento no crime organizado, não só aqui em Tapes, mas também na região, onde se misturam os criminosos, mostrando que para eles inexistem fronteiras de atuação e de localização.
Segundo o que se apurou, pelos meios de comunicação por onde temos acesso ao que ocorre na cidade e região, se constatou que eles (os bandidos) estavam no comando, e até cancelamento de eventos públicos aconteceram, mostrando que realmente, eles estavam amedrontando a sociedade e estavam tendo êxito.
O que mais chamou a atenção naquele período, foi o que se comentou durante semanas, onde a insegurança estava na pauta dos boatos e de notícias escritas, faladas e televisionadas e sobre o 'problema' que Tapes enfrentava, diante da realidade, onde a falta de empregos eram as causas para tanta gente migrando para o crime, e outras opiniões desconexas da verdadeira causa disso tudo, não só aqui, mas no Brasil como um todo.
O que não ouvi, li ou assisti pelos meios e nas Redes Sociais nas últimas semanas, foi alguém se lembrar do que ocorreu meses atrás, e parabenizar as forças policiais locais e regionais, pela enorme quantidade de prisões efetuadas, muitos, na sua maioria, ou senão, todas elas ligadas ao 'problema' do último final do ano.
Acompanho o que se publica em termos de notícias na região, em vários canais e meios, e nunca antes uma resposta das polícias foi tão eficaz e eficiente como tem sido, onde se derrubou a 'casa' de diversos criminosos, em diversos locais, aqui, nas cidades vizinhas e outras bem distantes.
De fato, o problema 'é a falta de emprego' o que possa ter motivado estas pessoas à buscarem esta alternativa de renda, que se mostra bem rentável, diante da quantidade enorme de bens acumulados por estes 'fora-da-lei'.
Mas não é só essa a realidade, e é outra 'a falta' que não se discute nos meios e pelos canais corretos, nas instituições certas, onde na escola não há meios de se realizar um bom trabalho de ensino, se os estudantes não tiveram a 'educação' necessária em seu meio familiar, onde deveriam educar seus filhos sobre coisas básicas, como: "Bom Dia", "Muito Obrigado", "com licença", "Por Favor", e outras palavras 'mágicas' que abrem diversas portas, menores digamos, mas com diferente caminho daquele 'portão' escancarado que existe para desviar os jovens do futuro.
Acredito numa tese de que existam duas categorias, que pelo o que sabemos, são as que menos investimento recebem dos poderes públicos que nos governam, e estes profissionais atuam de forma corajosa e destemida diante do 'problema' da sociedade.
Estão em duas pontas diferentes, mas ambas tem papel importante na diminuição e na contenção do 'problema', pois se na escola os professores não conseguirem frear e mudar os rumos de centenas, de milhares, milhões de crianças e jovens, serão nas ruas, nos becos, nas vielas e também nos grandes centros urbanos, até mesmo no 'seio da nação', onde estarão os 'fora-da-lei', os assassinos, os bandidos, que a Polícia vai enfrentar, vai prender e se houver reação, vai eliminar o 'problema' para a sociedade.
E quanto a raiz do 'problema', continuará crescendo, bem como as legiões de pessoas que continuarão na senda errada, sejam bandidos 'pé-de-chinelo', sejam até mesmo 'aqueles com foro privilegiado', que manterão o 'problema' e as ramificações da variada gama de lucros que o crime organizado amelheia, nas pequenas e pacatas cidades, ou nos grandes centros urbanos.
Bem dizia, décadas atrás o saudoso Darcy Ribeiro (1922/1997), com certeza filosofando sobre a ideia do filósofo Pitágoras (580/497 a.C.); "Eduquem as crianças, para que não seja necessário punir os adultos", lembrando ele o que seria o ideal para a sociedade; "Se os governantes não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios".
Parece até profecia do Darcy Ribeiro, e ela está se cumprindo!

Por Julio Wandam
Ambientalista

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Dia do Índio no Brasil. Comemorar o quê?

Dia do Índio - Comemorar o quê com esta classe política que nos últimos 30 anos só envergonharam a nação dos brancos, dos negros e dos índios, donos desta Terra, que foi saqueada, destruída, contaminada, poluída e vilipendiada por esta 'corja' que Governou o Brasil neste período?

"Um dos principais avanços da nova Constituição foi o reconhecimento do direito dos índios à posse permanente de suas terras. Mas a determinação das terras que lhes pertenciam e o desmembramento das reivindicações concorrentes revelaram-se um negócio complexo e lento, com a demarcação oficial das fronteiras indígenas ainda em curso quase 30 anos depois que a nova Constituição se tornou lei.
Agora esse processo - longe de completo - foi interrompido pela administração Temer e pelo Congresso do Brasil, que são abertamente hostis à ideia de reconhecer mais terras indígenas.
Isso, naturalmente, tem grandes repercussões para os índios cujas reivindicações de terras ainda não foram resolvidas. Significa, por exemplo, que não há praticamente nenhuma chance de terminar o que uma missão do Parlamento Europeu chamou de "o genocídio do povo Guarani Kaiowá".
Conflitos com jagunços das fazendas que ocuparam terras indígenas
Cada vez que esses índios tentam reocupar suas terras tradicionais - o que acontece ao estarem ao lado de estradas federais - eles enfrentam ameaças de milícias privadas empregadas pelo agronegócio. Os Guarani Kaiowá foram torturados e assassinados e sofrem de altas taxas de desnutrição, alcoolismo e suicídio.
Como os movimentos sociais em todo o Brasil, os povos indígenas colocaram grandes esperanças no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em 2002 se tornou a primeira pessoa levantada na classe trabalhadora a ser eleita para o mais alto cargo do país.
Mas Lula não estava à altura dessas expectativas. Suas políticas sociais, amplamente elogiadas por lidar com o problema histórico do país de profunda desigualdade social, foram dirigidas principalmente aos pobres que vivem na periferia das grandes cidades. As dificuldades enfrentadas pelas comunidades indígenas e tradicionais nunca foram uma prioridade para Lula.
O líder Gersem Baniwa, do grupo étnico Baniwa no estado do Amazonas, resumiu bem o que muitos índios sentiam na época:
Lulla e Dilma foram os priores parceiros dos índios nas últimas décadas
"Depois de duas décadas de intensa luta pelo movimento indígena brasileiro e uma histórica conquista política pelo Partido dos Trabalhadores e Lula ... seria um prazer poder falar sobre os ganhos históricos ... feitos no campo dos direitos dos povos indígenas .

"Mas, infelizmente, esse não é o sentimento que prevalece entre os povos indígenas. Em vez disso, eles sentem decepção e dúvidas.

"O estado de espírito não é pior porque, graças aos recentes avanços, os povos indígenas já não colocam a sua esperança num partido ou um" salvador do país ", mas na sua própria força e capacidade de resistência, mobilização e luta".
Os dois mandatos presidenciais de Lula viram apenas 81 novos territórios indígenas criados - uma queda significativa em relação aos 118 designados durante os dois mandatos do predecessor, Fernando Henrique Cardoso (FHC), um presidente que os índios não tinham considerado aliado.
Em parte, o mau desempenho de Lula era justificável, já que FHC lidou com as indiscriminadas designações de território indígena, deixando seu sucessor para lidar com os casos mais complexos e problemáticos, que muitas vezes envolviam sérios conflitos.
Manifestações marcam mandatos de políticos antes aliados dos índios
As relações indígenas só pioraram sob a presidência de Dilma Rousseff, que assumiu o cargo em 2011. "Houve uma ruptura real na política indigenista dos governos de Lula e Dilma", disse Márcio Santilli, membro fundador do Instituto Socioambiental (ISA) e ex-presidente Da agência indígena do governo, FUNAI.
Durante o período de Dilma no governo, apenas 26 territórios indígenas foram criados, uma má exibição que teria sido pior se ela não tivesse assinado rapidamente decretos estabelecendo reservas durante os últimos dias de seu governo, quando ela sabia que seu impeachment era iminente.
As políticas indígenas de Dilma foram resultado da "expressão radical de uma estratégia quase desesperada para promover o crescimento econômico a qualquer preço", explicou Santilli.
Povos indígenas no Brasil à mercê de políticas de extermínio
"Além de reduzir drasticamente a taxa de estabelecimento dos territórios indígenas, seu governo manteve em grande parte presidentes temporários à frente da FUNAI e cortou o orçamento da agência.
Dilma também reduziu a taxa de atribuição de títulos de terra aos quilombolas e nas quais foram criadas unidades de conservação e assentamentos de reforma agrária.
Tudo isso mostrou, concluiu Santilli, que seu governo estava relutante em conservar a terra para fins sociais e ambientais e, em vez disso, apoiou o desenvolvimento econômico, em grande parte não-regulado, na Amazônia.
Belo Monte: investigações mostram o Rio de Propinas geradas na obra
O principal veículo de Dilma para desencadear o progresso econômico foi o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), um ambicioso programa governamental, anunciado pela primeira vez por Lula, que depois se expandiu muito durante seu governo. PAC resultou em enormes investimentos em projetos de rodovias, energia e recursos hídricos - tudo isso com o objetivo de aumentar as exportações e promover o crescimento econômico não regulado.
Cleber César Buzatto, diretor executivo do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), importante instituição católica que vem trabalhando com índios brasileiros desde 1972, disse que Dilma subordinava os direitos dos povos indígenas às exigências do PAC:
Brasileiros, como em São Paulo, protestaram em defesa dos índios
"Um bom exemplo disto foi a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará", afirmou.

Os impactos indígenas da hidrelétrica de Belo Monte - um dos maiores do mundo - foram tão graves que em 2015 Thais Santi, promotor do Ministério Público Federal (MPF) independente em Altamira, disse a Mongabay:
"Há um processo de extermínio étnico em curso em Belo Monte pelo qual o governo federal continua com a antiga prática colonial de integrar os índios na sociedade hegemônica".
O MPF está atualmente processando a empresa de construção civil Norte Energia pelo crime de etnocídio contra as comunidades indígenas do Rio Xingu.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

O tamanho do roubo descarado na nação Brasileira

O tamanho do roubo descarado 
na nação Brasileira
Será que os brasileiros tem ideia do que significa, em volume, tamanho, não sei, o valor de R$ 1.000.000,00 (Um milhão de Reais)?

Sim, Um milhão apenas!

Agora, será que algum brasileiro, ou instituição, também não sei, parou algum dia nos últimos anos, ou quem sabe na última semana, para não voltarmos tanto no passado recente, e com uma calculadora na mão, somasse os valores apresentados nos noticiários da televisão, onde muitos milhões do dinheiro público são desviados para bancar os corruptos que se instalaram no poder político deste país?
Alguém já somou o que o político Beltrano ganhou, uma merreca de R$ 10 milhões, com o que o deputado Fulano recebeu de propina, na ordem de R$ 120 milhões, e também o que o Ministro Sicrano ganhou para facilitar as coisas, uma bagatela de R$ 200 milhões, com o que os partidos receberam de Caixa 2 na eleição, com mais a propina dividida entre os que votaram determinada lei que favoreceu alguém no Congresso ou no Senado, e chegar a conclusão/soma de que estamos mesmo vivendo o Fim dos Tempos e ainda não acordamos para a realidade.

Poucos dias atrás, assisti no noticiário que uma instituição hospitalar pública, estava fechando as portas por não terem o valor de 30 milhões para pagar fornecedores, funcionários e insumos normais de um centro de saúde. Isso é menos de 10% do que está hipoteticamente citado ali em cima no texto, se você somar os valores. Mas é muito mais, em alguns casos, são bilhões de reais que foram desviados pela corrupção.
Pois isso está sendo incomodo de assistir e se conformar.
Impossível se conformar com esta realidade que está sendo mostrada diariamente pelos meios de comunicação, onde as pessoas não tem ideia dos montantes que noticiam, que estão sendo desviados de suas verdadeiras necessidades para a população de mais de 200 milhões de pessoas, de brasileiros, de norte a sul que estão sendo roubados de dia e de noite, os 365 dias do ano.

E o problema maior disso tudo, é o próprio silêncio obsequioso que a população está acostumada, inserida numa cultura de aceitação, de cabresteio que lhe imputa uma condição de ser ilegal até mesmo se manifestar, de cobrar seus direitos, de cumprir seus deveres então, ficam longe, e o pior de tudo, de se calar por ser o Povo, que parece, só é Legal quando votam, depois passam à serem Ilegais, e se cobrarem um país mais justo, honesto, probo e diligente com sua população, estarão pregando num deserto repleto de cegos, mudos e surdos.
Não é fácil de continuarmos na mesma condição em que nos encontramos hoje, sendo dilapidado o cofre público, sendo destruída nossas reservas de riquezas naturais, minerais, hídricas, e tudo aquilo que nos mantêm vivos neste país e planeta, inclusive a esperança de que este Brasil tenha algum futuro para os filhos desta nação.

Da forma como está, estamos sem freios capazes de impedir o que está pela frente, o que já foi previsto pelos nossos mestres ecologistas em muitos escritos que poderão no futuro servir para mostrarmos a sociedade do futuro, que não foi por falta de alertas, onde atingimos o ápice de nosso desenvolvimento, e logo após, conhecemos a queda abissal da antiga sociedade consumista, acéfala, ignorante e calada diante do desastre anunciado.

Por Julio Wandam
Ambientalista