domingo, 8 de novembro de 2009

Brasil: as Olimpíadas no picadeiro

Brasil: as Olimpíadas no picadeiro
Fonte: Wiki repórter
Por Bruno Lima Rocha
Viamão-RS
A comemoração nada espontânea nas areias de Copacabana foi alimentada a cobertura televisiva ao vivo e público garantido pelo ponto facultativo. Com ou sem Olimpíadas, a política fluminense segue sendo horrorosa.
Na sexta-feira, dia 2 de outubro, o País dos extremos viveu mais um contra-senso. Diante de um mundo atônito, a capital da Dinamarca fora palco do reinado brasileiro na diplomacia de tipo corações e mentes globalizadas. Detalhe, lá os chefes de Estado não estavam a passear em Cristiânia, terra encantada erguida por hippies e derivados em homenagem ao escritor Hans Christian Andersen (1805-1875). Era para valer mesmo. A ex-colônia de Portugal derrotara na disputa para cidade-sede das Olimpíadas de 2016 a Espanha com a capital castelhana de Madrid, ao Japão e sua imperial Tóquio e até a cidade de Chicago, berço adotivo do presidente do Império.
Ainda assim, o Rio de Janeiro dos mais de 2 milhões de favelados vivendo sob a disputa do Estado, do Estado paralelo sob a alcunha de milícia (para desgraça da esquerda que cunhara esse conceito contra o militarismo) do semi-Estado das redes de quadrilhas que a mídia de sempre insiste em chamar de crime "organizado". Pois é, a antiga capital do Reino Unido de Brasil, Portugal e Algarve quem vai sediar a festa dos deuses do Olimpo recriada para o mundo industrial do século 19.
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