sexta-feira, 6 de novembro de 2009

3º Maior emissor de CO² pelas queimadas na Amazônia diz: "Metas, só depois de Copenhage"

Imagem: Rodrigo Baleia/Greenpeace
Metas, só depois de Copenhage
Fernandes, diretor-executivo da CNI, ressaltou que o Brasil entra em vantagem na discussão na comparação com os outros países do grupo Brics
Da Redação
O diretor-executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Fernandes, defendeu nesta quinta-feira que o Brasil só defina metas para a redução da emissão de gases de efeito estufa após a Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, na Dinamarca, marcada para dezembro.
"A meta não é fundamental para Copenhage, a meta é fundamental para depois. Quando entrar em um jogo que eu sei qual são as regras, aí eu tenho que traçar meus objetivos. Nossa estratégia em relação ao clima não termina em Copenhage, ela começa lá", afirmou.
Fernandes ressaltou que o Brasil entra em vantagem na discussão na comparação com os outros países do grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), principalmente por ter uma matriz energética mais limpa. "O conceito de Brics é absolutamente inapropriado quando discutimos energia e mudança de clima. Para o Brasil, a agenda de mudança climática traz muito mais oportunidade do que para Rússia, China e Índia", completou.
Fonte: Jornal do Comércio

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